Aprendi a não me importar – We Love

Aprendi a não me importar

Se um dia me perguntassem o que eu aprendi com a vida, eu diria em alto, claro e bom som: aprendi a não me importar.

Aprendi a não me importar com a moda e andar vestido como eu bem entender. A fazer a barba se eu quiser e a tirar se eu quiser também. Aprendi que minhas camisas de banda de rock são mais confortáveis que as camisas sociais e que não preciso ficar bonito para ninguém, a não ser que eu me importe. Mas não vem sendo o caso.

Descobri que a única opinião que importa é a minha e a de mais ninguém. Se quiser fumar, eu fumo, se quiser beber, eu bebo (como já diz aquele samba famoso). Se quiser me empanturrar de comidas gordurosas e açúcar, ninguém tem absolutamente nada com isso.

Aprendi que não me importa o que você faz pra viver, quem você ama, casa ou se relaciona, seu gosto político, musical e religioso. Você tem o direito de ser quem você quiser e eu tenho o direito de não me importar, afinal, a vida não é minha. E é nisso que consiste o meu não me importar. Faz o que tu queres, pois é tudo da lei, já cantava Raulzito.

Descobri que não me importar não é desrespeito. Pelo contrário, ao não me interessar por sua vida e nem pelo que você acha de mim, estou te respeitando. Estou te dando o direito de fazer o que você quiser. E estou me dando o direito de não me importar.

Descobri que a opinião do outro em relação a mim não me importa. Que se acham isso ou aquilo, não me importa. E não me importando, fui ficando cada dia mais feliz.

Robson Santos

Robson Santos

Publicitário, poeta de boteco, odeia sushi, ama filmes de máfia, tem TOC's, vive por música e não sabe a razão de escrever em terceira pessoa. Descarrega suas emoções no letraslorotaseleriados.tumblr.com
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