Can I be me: A degradação de Whitney Houston • We Love

Can I be me: A degradação de Whitney Houston

Posso ser eu mesmo?

Tristeza. Este é o sentimento em mim evocado ao assistir a vida relatada de um dos maiores ícones da música norte americana, Whitney Houston. O documentário traz relatos da infância ao dia da sua morte, 12 de fevereiro de 2012. Como uma voz pode se acabar assim?

Simples, a falta de amor e carinho levam a qualquer um ao fundo do poço.

Can I Be Me traz a relação de simbiose entre Whitney e o marido Bobby, que lutavam contra os próprios egos para ver quem era mais estrela e quem conseguia se drogar mais. Os 14 anos de um relacionamento destrutivo acabaram levando uma das vozes mais bonitas do pop e R&B. Vimos Whitney ir degradando o corpo, a voz e o amor próprio.

O documentário exibido na Netflix não esconde a fraqueza do ser humano, os altos e baixos da cantora, além de depoimentos importantes para entender que o principal motivo da morte não foi o vício, foi a falta de verdade e como as pessoas precisam ser amada, sempre. Não tem porto seguro maior que alguém que te ampare nas suas quedas e torça pelas suas vitórias.

O maior demônio sou eu mesma. Eu sou ao mesmo tempo a minha melhor amiga e o meu pior inimigo. 

Whitney Houston, em entrevista a Diane Sawyer, âncora da rede ABC.

Andrea Cerqueira

Andrea Cerqueira

Jornalista, meio Woody Allen, meio Bridget Jones, adora fotografia, e é viciada em música. Se apresentou com uma banda apenas três vezes na vida, mas ainda acha que pode ser a nova Rihanna/ Beyoncé. Pisciana nata.
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