A cura para amor... Não correspondido • We Love

A cura para amor… Não correspondido

A cura para amor...não correspondido

Em algum momento da vida, sofremos do mal do amor não correspondido. Talvez na infância, na adolescência ou mesmo na vida adulta (sim, conheço alguns adultos que passam essa “vergonha”); todos já sentiram a tristeza de não ter nossos sorrisos correspondidos e sonhar que um dia a(o) @ (como dizem os jovens hoje em dia) vai aceitar nosso pedido para jantar ou casar com a gente.

Nessas horas, somos aconselhados a tentar esquecer a pessoa amada. É claro que diante da falta de interesse da pessoa, faria mais sentido seguir outro caminho, ou outra pessoa, mas esquecer pode não ser a solução.

A cura para esse amor desenfreado e não correspondido não consiste em deixar de pensar no ser amado, mas talvez seja conhecer a pessoa e aprender quem realmente ela é. De perto, TODO ser humano que já existiu na face dessa terra pode ser um desafio por si só.

Refletindo por baixo, somos vaidosos, grosseiros, sensíveis (de uma forma ruim), frios, exagerados e caóticos. O que nos impede de pensar essas coisas da pessoa é simplesmente porque não a conhecemos de verdade. Mas insistimos em não conhecê-los mais profundamente e alimentar o amor não correspondido. É isso que torna esse amor não correspondido tão constante e viciante.

Algumas pessoas sabem que isso acontece e gostam de manter os admiradores por perto, porque gostam de se sentir desejados. Mas não é nenhum magnetismo que nos mantém por perto e, sim, nossa falta de conhecimento de suas falhas.

A cura para o amor não correspondido é muito simples. Uma pesquisa rápida no Facebook sobre que séries ela curte, que tipo de música elas escutam e compartilham, se dizem que vão votar no Bolsonaro (CORRE!) e como se relaciona com os amigos.

Conheça-as melhor. Quanto mais sabemos sobre sobre elas, menos elas vão parecer a solução para todos os problemas do mundo. Descobriremos o quanto elas são irritantes nas menores coisas, o quanto são teimosas, críticas, frias e chatas.

Ou “seje”, saberemos o quantos elas têm em comum com TODO o resto da humanidade.

A paixão nunca aguenta a exposição à realidade.
Mas a cura real pode ser, na verdade, ao nos apaixonar, imaginar como a pessoa realmente deve ser. Devemos aceitar, mesmo sem saber os detalhes, que obviamente elas vão acabar sendo irritantes; mas, tudo bem, também somos: Humanos.

David Moratório

David Moratório

Social Media, wanna be publicitário, traça de livrarias e filmes de super heróis. Budista e filósofo de buteco que já pensou que o "Universo numa Casca de Noz" fosse um livro de biologia e que acredita que a única salvação é o amor.
David Moratório

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