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8 dicas para vencer a “Síndrome do Impostor”

Homem disfarçado segurando um charuto

Vejo muitos textos, tweets e posts no Facebook de pessoas dizendo não serem tão boas assim. Que, quando todo mundo souber que elas são, na verdade, chatas e desinteressantes, vão se afastar.

É a síndrome do impostor.

No mundo do trabalho, mesmo conseguindo entregar projetos ou executar todas as tarefas, muitos sentem que, um dia, vão ser desmascarados, que todo mundo vai descobrir que, na verdade, não sabem o que estão fazendo. Esse sentimento costuma ser mais forte quando nos cercamos de pessoas maravilhosas, sociáveis, inteligentes e ótimas no trabalho que fazem.

Já li muitos textos falando sobre o assunto e até ensinando técnicas para lidar com esses pensamentos que minam nossa evolução pessoal e profissional. Apesar de algumas técnicas serem vagas e não servirem para a vida pessoal, o growth mindset consegue dar uma mão. Resumindo os pontos mais importantes, ele diz:

  • Ninguém nasce sabendo. Não saber alguma coisa não é motivo para deixar de aprender algo. Deveria ser o contrário, né?
  • Todo esforço deve ser valorizado. Os resultados devem importar menos do que o caminho para tentar alcançá-los.
  • Críticas são e devem ser sempre bem-vindas. São a melhor ferramenta para o desenvolvimento pessoal.
  • Em qualquer relacionamento, devemos partir do princípio que somos todos seres humanos de carne e osso e TODO mundo erra, todo mundo tem falhas. Ninguém nasce pronto para lidar com outra pessoa perfeitamente.
  • Mesmo errando, não podemos permitir que as pessoas ao nosso redor não valorizem o esforço diário para viver junto. É sempre bom se cercar de pessoas que nos dão valor pelo esforço também.
  • Devemos abraçar as críticas construtivas sobre nossa maneira de nos comportar. Só assim vamos saber o que a outra pessoa pensa e acha sobre nossas atitudes. De novo, ninguém nasce com um manual de instrução. É impossível prever como o outro vai agir. Erre e aprenda.
  • Mas, às vezes, o problema não é com você. Toda mudança de mentalidade é responsável pelo crescimento pessoal, mas, muitas vezes, as frustrações não estão com a gente. Cada um é responsável pela própria evolução.
  • É muito fácil cair na armadilha de olhar para as pessoas ao nosso redor e achar que nunca vamos ser tão simpáticos, amáveis ou amados quanto elas. O mais saudável é olhar para o lado e entender o que podemos aprender com elas e que não foi do dia para noite que o jeitinho delas se formou, assim como não é fácil formar o nosso.

Seja na vida profissional ou na pessoal, como já disse, o caminho é mais importante do que o resultado. O melhor dos conselhos é buscar conhecimento sobre si mesmo, aprender com os erros e fazer o que puder para ser uma boa pessoa, independente do que os outros pensam.

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David Moratório

David Moratório

Redator e analista de conteúdo, amante de livros, domingos em casa e series bobas. Filósofo de hamburgueria que acredita que a única salvação é o amor.
David Moratório

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